Empreendedor na Periferia

Empreender é começar algo novo ou melhorar algo que já existe. Essa palavra vem sendo discutida bastante nos últimos tempos, principalmente empregada em contextos que envolvem a meritocracia, ou seja, a ideia de que se empreende e se tem sucesso puramente por mérito individual.

Quando pensamos em empreender num contexto periférico, o termo vai um pouco além dessa discussão puramente capitalista. Já que, quando a quebrada ganha um negócio novo, as pessoas da periferia ganham mais opção de compra; mais empregos são gerados no local e mais renda gira na quebrada, para a galera da quebrada.

"Para o morador de favela, crise não é exceção, crise é regra. Essas pessoas cresceram tendo que aprender a se virar”

                                                    - Renato Meirelles, Instituto Data Favela

Estudiosos de empreendedorismo, como Stuart Hart, já chamaram a atenção para o potencial da nominada “base da pirâmide” na construção de novos negócios e, consequentemente, da criação de renda.

Há diversos obstáculos para se empreender na periferia, como a falta de capital;  de formação educacional voltada à gestão e de oportunidade de aperfeiçoamento profissional. Mesmo assim, empreendedores das quebradas e iniciativas que os apoiam, como A Banca, estão mudando cenários e ajudando a criar um novo conceito em relação e esses estabelecimentos.

O Giro da Periferia conversou com uma galera que entende do assunto e produziu um episódio para te deixar por dentro de como é empreender em um contexto periférico. Acompanhe:

Aqui tem  Empreendedor

O Giro da Periferia já passou pelo Grajaú, mas agora a ideia é que contemos histórias de outras periferias e empreendedores da cidade de São Paulo.

Você tem um negócio bacana na periferia? Conhece um estabelecimento que tem uma história legal? Indica pra gente aqui nesse formulário! É importante colocar também uma breve descrição do que se trata. Caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco.

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